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Title: Toxidade do macerado da flor da quixabeira sobre abelhas operárias africanizadas.
Other Titles: Toxicity of quixaba flower macerate on Africanized worker bees.
???metadata.dc.creator???: GALVÃO SOBRINHO, Paulo Henrique.
???metadata.dc.contributor.advisor1???: SILVA, Rosilene Agra da.
???metadata.dc.contributor.advisor-co1???: MARACAJÁ, Patrício Borges.
???metadata.dc.contributor.referee1???: SILVEIRA, Daniel Casimiro da.
???metadata.dc.contributor.referee2???: SOUSA, José da Silva.
Keywords: Botânica;Botany
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal de Campina Grande
Citation: GALVÃO SOBRINHO. Paulo Henrique. Toxidade do macerado da flor da quixabeira sobre abelhas operárias africanizadas. 2013. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Agronomia) - Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar, Universidade Federal de Campina Grande, Pombal, Paraíba, Brasil, 2013.
???metadata.dc.description.resumo???: A Quixabeira S/de/oxy/on ol)fus/fo//um (Roem. e Schult.) T.D. Penn é uma espécie nativa, da família das Sapotaceae compreende cerca de 50 gêneros e 1000 espécies. Sendo que no Brasil ocorrem 14 gêneros e cerca de 200 espécies. No geral, a quixabeira pode ser utilizada para diversos fins, dentre eles temos o de arborização urbana, produção energética a partir da madeira, recuperação de mata aliar, e uso medicinal. O presente trabalho teve por objetivo estudar o efeito tóxico do macerado de flores de Quixabeira S ol)fus/Éo//um sobre as abelhas ,4p/s me//fera africanizadas em ambiente controlado. A cometa das flores de Quixabeira foi efetuada no município de Cerro Cora-RN e conduzidas a Universidade Federal de Campina Grande -- UFCG, campus Pombal. Foram levadas à estufa para secagem a 40 'C durante 48 horas, seguido de trituração em almofariz, depois transformado em pó e peneirado em três malhas finas de nylon, acondicionado em tubos plásticos e devidamente etiquetado no Laboratório de Nutrição Animal da UFCG -- Pombas -- PB e conduzido para o Laboratório de Abelhas da UFCG -- Pombal -- PB. O macerado da flor de Quixabeira foi pesado em três frações distintas, ou seja, (25%, 50% e 100%) e adicionada a uma dieta artificial "cândi" (mistura de açúcar de confeiteiro e mel na proporção 5:1). Colocados em pequenas tampas de plástico com uma telinha de arame, cobrindo para evitar que o inseto se afogue quando a dieta estiver líquida. Colocadas em caixas de madeira medindo ll cm de comprimento x 1 1 de largura e 7 cm de altura e orifícios nas laterais fechados com tela de nylon para ventilação, previamente forradas com papel filtro e com tampas de vidro. As operárias foram selecionadas no favo de cria as recém-emergidas, ou seja, pelo tamanho e uma coloração mais clara e levada para o laboratório em um vasilhame de plástico (pequena garrafa recortada e com espuma para ventilação). Em seguida distribuídas em conjunto de 20 insetos por caixa, junto a uma tampa plástica com água embebida em um chumaço de algodão. Estas distribuídas em três repetições e o controle, perfazendo em média 12 caixas e 240 abelhas operárias testadas. Acondicionadas a uma estufa BOD com ambiente ajustado a uma temperatura de 32 OC e umidade de 70%. A cada 24 horas são retiradas da BOD. observadas. adicionado água com uma seringa e em seguida retirada as abelhas mortas. anotadas numa ficha de controle diária durante todo o período do ensaio. Os dados foram colocados no programa BioEstat 5.0 para efetuar os cálculos e elaboração dos gráficos sobre o resultado. Para análises dos dados foi utilizado o teste Log Rank Test pelo método de Collet, na comparação das curvas de sobrevivência. Na análise estatística observam-se as curvas de sobrevivência significativamente reduzida com a utilização da dieta contendo os pós. As abelhas controle permaneceram vivas até os 21 dias, atingindo uma média estatística de 17 dias. e para as tratadas com 25oZo, 50% e 100% respectivamente apresentaram mortalidades aos 15, 13 e ll dias. A análise dos dados mostrou diferenças estatísticas significativas entre os tratamentos e o controle, sugerindo efeito tóxico do macerado de obtido a partir de flores de S/deroxy/on obfus/fo//t/m (Roem. e Schult.) T.D. Penn para operárias de 4p/s me///fera. À medida que as concentrações do macerado de flores de quixabeira aumentam na alimentação, diminui o tempo de vida das abelhas .4p/s me///cera, comprovando um efeito tóxico.
Keywords: Botânica
Botany
???metadata.dc.subject.cnpq???: Agronomia.
URI: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/11918
Appears in Collections:Curso de Bacharelado em Agronomia

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