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Title: Uma cartografia antropofágico-afetiva: notas sobre micropolíticas do desejo, colonialidade do gênero e devires vitais.
Other Titles: An anthropophagic-affective cartography: notes on micropolitics of desire, gender coloniality and vital becomings.
???metadata.dc.creator???: GOMES, Kevin Hacling Alves.
???metadata.dc.contributor.advisor1???: GUERRA SOBRINHO, Lemuel Dourado.
???metadata.dc.contributor.referee1???: JESUS, Alexandro Silva de.
???metadata.dc.contributor.referee2???: SALES JÚNIOR, Ronaldo Laurentino de.
Keywords: Sociologia;Antropofagia;Ciências sociais;Teoria decolonial;Teoria queer;Colonialidade do gênero;Cartografia;Micropolítica do desejo;Sociology;Anthropophagy;Social sciences;Decolonial theory;Queer theory;Gender coloniality;Cartography;Micropolitics of desire;Sociología;Ciencias sociales;Teoría decolonial;Extraña teoria;Colonialidad de género;Cartografía;Micropolítica del deseo;Sociologie;Anthropophagie;Sciences sociales;Théorie décoloniale;Théorie queer;Colonialité de genre;Cartographie;Micropolitique du désir
Issue Date: 17-Mar-2021
Publisher: Universidade Federal de Campina Grande
Citation: GOMES, K. H. A. Uma cartografia antropofágico-afetiva: notas sobre micropolíticas do desejo, colonialidade do gênero e devires vitais. 2021. 160 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Centro de Humanidades, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2021.
???metadata.dc.description.resumo???: Ao maquinar conceitos-ferramenta que permitem o acesso ao plano das forças e ao fazer uso ativo do dispositivo (contra)metodológico da cartografia, realizo uma breve síntese teórica das perspectivas decolonial(ais) e queer. Em seguida, situo o debate epistêmico-político contemporâneo, no qual pretendo me inserir, que se dedica a pensar as potencialidades de fricção entre ambas as perspectivas. Ao cartografar experiências sexogenitais de alguns povos indígenas de Abya Yala, bem como relatos de cronistas que acompanhavam os conquistadores ibéricos e relatavam os corpos-subjetividade e as relações entre os povos conquistados, recupero o conceito de colonialidade do gênero (Lugones, 2014b) para realizar uma crítica micropolítica e molecular-vibrátil acerca do sexo/gênero moderno/colonial. Munido de uma bússola ética e tomando a vida como uma esfera de diferenciação ao longo de toda a dissertação-experimento, realizo algumas sugestões ao fim do trabalho. Sugiro que o sexo/gênero moderno/colonial é um circuito de afetos que, ao mesmo tempo, circula e dá sustentação à uma micropolítica do desejo reativa e estéril ao reduzir a experiência subjetiva ao sujeito identitário. Ao agenciar a decolonialidade, a crítica queer sudaka, a antropofagia e a filosofia da diferença, proponho que o lado oculto/obscuro do sexo/gênero é que ele opera por redundância, sedimentação e tradução das forças intensivas em formas identitário-figurativas, obstruindo os devires vitais e separando a vida daquilo que ela pode.
Abstract: By making up tool-concepts that allow access to the plane of forces and by making an active use of the (counter)methodological device of cartography, I carry out a brief theoretical synthesis of decolonial and queer perspectives. Next, I situate the contemporary epistemic-political debate, in which I intend to insert myself, which is dedicated to thinking about the potentialities of friction between both perspectives. By mapping the sex-genital experiences of some indigenous peoples of Abya Yala, as well as accounts by chroniclers who accompanied the Iberian conquerors and reported on bodies-subjectivity and the relations between conquered peoples, I recover the concept of coloniality of gender (Lugones, 2014b) to perform a micropolitical and molecular-vibrational critique of modern/colonial sex/gender. Adopting an ethical compass and taking life as a sphere of differentiation throughout the whole dissertation-experiment, I make some suggestions at the end of the work. I suggest that modern/colonial sex/gender is a circuit of affects that, at the same time, circulates and supports a reactive and sterile micropolitics of desire by reducing the subjective experience to the identity subject. By agencying decoloniality, queer sudaka critique, anthropophagy and the philosophy of difference, I propose that the hidden/dark side of sex/gender is that it operates by redundancy, sedimentation and translation of intensive forces into identitary-figurative forms, obstructing the vital becomings and separating life from what it can.
Keywords: Sociologia
Antropofagia
Ciências sociais
Teoria decolonial
Teoria queer
Colonialidade do gênero
Cartografia
Micropolítica do desejo
Sociology
Anthropophagy
Social sciences
Decolonial theory
Queer theory
Gender coloniality
Cartography
Micropolitics of desire
Sociología
Ciencias sociales
Teoría decolonial
Extraña teoria
Colonialidad de género
Cartografía
Micropolítica del deseo
Sociologie
Anthropophagie
Sciences sociales
Théorie décoloniale
Théorie queer
Colonialité de genre
Cartographie
Micropolitique du désir
???metadata.dc.subject.cnpq???: Ciências Sociais
URI: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/20488
Appears in Collections:Mestrado em Ciências Sociais.

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