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Creche: o debate entre Estado e classes - definição de uma política para as crianças.

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dc.creator.ID VIANA, T. C. pt_BR
dc.creator.Lattes http://lattes.cnpq.br/7985767105576137 pt_BR
dc.contributor.advisor1 GIULIANI, Paola Cappellin.
dc.contributor.advisor1ID GIULIANI, P. C. pt_BR
dc.contributor.referee1 NOVAES, Regina Reyes.
dc.contributor.referee2 CAMPOS, Maria Machado Malta.
dc.contributor.referee3 CAMPANÁRIO, Paulo Roberto.
dc.description.resumo Este trabalho se insere no debate que esta sendo levado a nível da sociedade brasileira em tomo da gestão social do cuidado, guarda e educação das crianças de G a 6 anos, debate este que se expressa numa política de creches. Mantendo como contraponto a análise da questão creche na sociedade contemporânea e, especificamente no Brasil, procura-se identificar - numa cidade de porte médio do Nordeste (Campina Grande) - os fatores que têm impulsionado/obstaculizado a expansão desse serviço coletivo, a partir do movimento que se estabelece entre Estado e classes, no período compreendido entre 1970 e 1984. Esta análise comporta dois momentos. Primeiramente, problematiza-se o porquê da não existência de creches enquanto infra-estrutura de apoio à trabalhadora assalariada, situando a análise no quadro da evolução socioeconômica da cidade, do seu mercado de trabalho e da contraposição da interesses dos diferentes atores envolvidos (trabalhadores/as, empresários, organizações classistas e mesmo organismos estatais). Num segundo momento, busca-se entender as determinações da intervenção do Estado, que ao ampliar, recentemente, a rede de creches, toma como referência não as condições de trabalho da mulher, mas as condições de vida da família; procura-se explicitar o móvel e o conteúdo dessa atuação, bem como as formas de mediação entre o Estado e a população a quem são dirigidos os serviços. pt_BR
dc.publisher.country Brasil pt_BR
dc.publisher.department Centro de Humanidades - CH pt_BR
dc.publisher.program PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS pt_BR
dc.publisher.initials UFCG pt_BR
dc.subject.cnpq Sociologia.
dc.title Creche: o debate entre Estado e classes - definição de uma política para as crianças. pt_BR
dc.date.issued 1985-12-10
dc.identifier.uri http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4813
dc.date.accessioned 2019-07-09T18:37:20Z
dc.date.available 2019-07-09
dc.date.available 2019-07-09T18:37:20Z
dc.type Dissertação pt_BR
dc.subject Creches - Política Social - Brasil
dc.subject Creches - Problemas Sociais - Brasil
dc.subject Creche e Trabalho
dc.subject Gestão Social - Educação e Guarda - Crianças
dc.subject Creches - Social Policy - Brazil
dc.subject Creches - Social Problems - Brazil
dc.subject Nursery and Work
dc.subject Social Management - Education and Guard - Children
dc.rights Acesso Aberto pt_BR
dc.creator VIANA, Terezinha de Camargo.
dc.publisher Universidade Federal de Campina Grande pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.title.alternative Day care: the debate between state and classes - definition of a policy for children. pt_BR
dc.identifier.citation VIANA, Terezinha de Camargo. Creche: o debate entre Estado e classes - definição de uma política para as crianças. 1985. 216f. (Dissertação de Mestrado em Sociologia Rural), Curso de Mestrado em Sociologia Rural, Centro de Humanidades, Universidade Federal da Paraíba - Campina Grande - PB - Campus II - Brasil, 1985. Disponível em: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4813 pt_BR
dc.description.resume Ce travail s'inscrit dans le débat qui se déroule au niveau de la société brésilienne autour de la gestion sociale de la garde, de la garde et de l'éducation des enfants de 6 ans, d'un débat qui s'exprime dans une politique de garde d'enfants. En contrepoint de l’analyse de la problématique des crèches dans la société contemporaine, et plus particulièrement au Brésil, il s’agit d’identifier - dans une ville de taille moyenne du nord-est (Campina Grande) - les facteurs qui ont freiné / entravé le développement de ce service collectif mouvement entre l'Etat et les classes, dans la période comprise entre 1970 et 1984. Cette analyse implique deux moments. Tout d’abord, la question est de savoir pourquoi il n’existe pas de crèche en tant qu’infrastructure permettant de soutenir le travailleur salarié, plaçant ainsi l’analyse dans le cadre de l’évolution socioéconomique. la ville, son marché du travail et les intérêts des différents acteurs impliqués (travailleurs, entrepreneurs, organisations de classe et même d’organes étatiques). Deuxièmement, nous essayons de comprendre les déterminations de l’intervention de l’Etat qui, en élargissant récemment le réseau de crèches, prend pour référence non pas les conditions de travail de la femme, mais les conditions de vie de la famille; on cherche à expliciter le motif et le contenu de cette action, ainsi que les formes de médiation entre l'État et la population à qui les services sont destinés. pt_BR


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