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https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/43959| Title: | Bloqueio do plano eretor espinhal associado à anestesia epidural em canino submetido à estabilização da segunda vértebra lombar – relato de caso |
| Other Titles: | Erector spinae plane block associated with epidural anesthesia in a dog undergoing stabilization of the second lumbar vertebra – case report |
| ???metadata.dc.creator???: | SILVA, Maria Eduarda de Paiva |
| ???metadata.dc.contributor.advisor1???: | NÓBREGA NETO, Pedro Isidro da |
| Keywords: | Anestesia Locorregional;Cães;Coluna;Locoregional anesthesia;Dogs;Column |
| Issue Date: | 6-Oct-2023 |
| Publisher: | Universidade Federal de Campina Grande |
| Citation: | SILVA, M. E. P. Bloqueio do plano eretor espinhal associado à anestesia epidural em canino submetido à estabilização da segunda vértebra lombar – relato de caso. 2023. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia) – Bacharelado em Medicina Veterinária, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2023. |
| ???metadata.dc.description.resumo???: | O bloqueio do plano eretor espinhal, do inglês Erector Spinae Plane Block (ESP block), é um método anestésico que se enquadra na modalidade de anestesia locorregional e que possui grande potencial de uso em diversas intervenções cirúrgicas e no manejo da dor, seja ela crônica ou aguda. É uma das mais recentes técnicas de bloqueio de plano fascial na medicina humana, com descrição também recente na medicina veterinária, mas que tem mostrado grande eficiência no fornecimento da analgesia. A sua técnica de realização é de fácil aplicabilidade, rápida, possui uma boa margem de segurança e ainda garante ao paciente uma boa redução na necessidade de doses elevadas de anestésicos e fármacos analgésicos. O bloqueio necessita do auxílio da ultrassonografia para sua realização, sendo feito a partir da administração do anestésico local no plano interfascial entre o complexo músculo eretor espinhal e os processos transversos das vértebras. Já o bloqueio epidural é uma técnica conhecida por ser de simples realização, garantindo mínima influência no que diz respeito a alterações cardiorrespiratórias e possui uma ampla utilização em, por exemplo, membros pélvicos, no abdomên caudal, dentre outros. O presente relato tem por principal objetivo descrever a utilização da técnica do bloqueio do plano eretor espinhal guiado por ultrassom, seu potencial analgésico durante o transcirúrgico de um canino submetido ao procedimento de estabilização da segunda vértebra lombar (L2), seus benefícios e efeitos na recuperação pós-anestésica em associação com o bloqueio epidural. O animal relatado no caso é um canino com cerca de dois anos de idade, sem raça definida, macho, pesando 13,8 kg, com luxação entre a 1ª (L1) e a 2ª (L2) vértebras lombares. O canino foi pré-medicado com dexmedetomidina, na dose de 3 µg/kg, associada à morfina, na dose de 0,2 mg/kg, ambas pela via intramuscular (IM). A indução anestésica foi realizada com propofol, na dose de 3 mg/kg, pela via intravenosa (IV). A manutenção anestésica foi realizada com isofluorano diluído em oxigênio puro, associado à infusão IV contínua de cetamina, em uma taxa de 0,6 mg/kg/h. O animal foi posicionado em decúbito esternoabdominal com os membros pélvicos flexionados e, com o auxílio de um transdutor linear, identificaram-se os processos transversos de L1 e L2, sendo possível visualização e administração do anestésico local no plano interfascial entre o complexo muscular eretor espinhal e os processos transversos. O anestésico local utilizado foi a bupivacaína a 0,5% sem vasoconstritor, na dose 2 mg/kg, dividido para dois pontos e diluído em NaCl para o volume final de 5 mL para cada ponto de aplicação. Os parâmetros fisiológicos, como frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura, saturação de oxihemoglobina e pressão sistólica, do paciente permaneceram dentro dos níveis de normalidade esperados, com exceção da temperatura, pois houve uma diminuição até 35ºC, sendo logo recuperada. A recuperação anestésica foi tranquila e rápida ao fim do procedimento cirúrgico, sem demonstrar sinais significativos de dor no pós-operatório imediato e aos testes de dor realizados. Concluiu-se que o protocolo anestésico aplicado mostrou ser uma excelente opção para garantir analgesia transoperatória e recuperação pós-anestésica adequada para realização de estabilização de luxação em L2. |
| Abstract: | The Erector Spinae Plane Block (ESP block) is an anesthetic method that falls under the category of locoregional anesthesia, with great potential for use in various surgical interventions and pain management, whether chronic or acute. It is one of the most recent fascial plane block techniques in human medicine, with a relatively recent description in veterinary medicine, but it has shown great effectiveness in providing analgesia. Its technique is easy to apply, rapid, has a good safety margin, and also ensures the patient a significant reduction in the need for high doses of anesthetics and analgesic drugs. The block requires the aid of ultrasound for its execution, being performed by administering the local anesthetic into the interfascial plane between the erector spinae muscle complex and the transverse processes of the vertebrae. On the other hand, epidural blockade is a well-known technique for being easy to perform, with minimal influence on cardiorespiratory alterations, and is widely used in procedures such as those involving the pelvic limbs, the caudal abdomen, among others. This report aims to describe the use of the ultrasound-guided erector spinae plane block, its analgesic potential during the surgery of a dog undergoing stabilization of the second lumbar vertebra (L2), its benefits, and effects on postoperative recovery when combined with epidural blockade. The animal described in this case is a 2-year-old male dog, weighing 13.8 kg, with no defined breed, suffering from a luxation between the 1st (L1) and 2nd (L2) lumbar vertebrae. The dog was premedicated with dexmedetomidine at a dose of 3 µg/kg, combined with morphine at 0.2 mg/kg, both administered intramuscularly (IM). Anesthetic induction was performed with propofol at 3 mg/kg, intravenously (IV). Anesthetic maintenance was carried out with isoflurane diluted in pure oxygen, combined with continuous IV infusion of ketamine at a rate of 0.6 mg/kg/h. The dog was positioned in sternal abdominal recumbency with the pelvic limbs flexed, and with the aid of a linear transducer, the transverse processes of L1 and L2 were identified, allowing visualization and administration of the local anesthetic into the interfascial plane between the erector spinae muscle complex and the transverse processes. The local anesthetic used was bupivacaine 0.5% without vasoconstrictor, at a dose of 2 mg/kg, divided into two points and diluted in NaCl to a final volume of 5 mL for each application site. The physiological parameters, such as heart rate, respiratory rate, temperature, oxygen saturation, and systolic pressure, remained within normal expected levels, except for temperature, which decreased to 35°C but was promptly restored. The anesthetic recovery was smooth and rapid at the end of the surgical procedure, with no significant signs of pain in the immediate postoperative period and during the pain tests conducted. It was concluded that the anesthetic protocol used proved to be an excellent option for ensuring transoperative analgesia and adequate postoperative recovery for the stabilization of the L2 luxation. |
| Keywords: | Anestesia Locorregional Cães Coluna Locoregional anesthesia Dogs Column |
| ???metadata.dc.subject.cnpq???: | Medicina Veterinária |
| URI: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/43959 |
| Appears in Collections: | Curso de Bacharelado em Medicina Veterinária - CSTR - Monografias |
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