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Title: Condutividade hidráulica, salinidade, CTC e fertilidade dos solos do Estado da Paraíba.
Other Titles: Hydraulic conductivity, salinity, cation exchange capacity (CEC), and soil fertility in the state of Paraíba.
???metadata.dc.creator???: FRANCISCO, Paulo Roberto Megna.
SANTOS, Djail.
OLIVEIRA, Flávio Pereira de.
RIBEIRO, George do Nascimento.
SILVA, Viviane Farias.
RODRIGUES, Raimundo Calixto Martins.
AYRES, Gypson Dutra Junqueira.
Keywords: Condutividade hidráulica - SOLOS DA PARAÍBA;Solos da Paraíba;Paraíba - solos;Salinidade dos solos - Paraíba;Fertilidade dos solos - Paraíba;Pedometria;Saturação de base;Razão de adsorção de sódio;Percentagem de sódio trocável;Capacidade de troca catiônica - CTC - solos;Hydraulic conductivity - Soils of Paraíba;Soils of Paraíba;Paraíba - soils;Soil salinity - Paraíba;Soil fertility - Paraíba;Pedometry;Base saturation;Sodium adsorption ratio;Percentage of exchangeable sodium;Cation exchange capacity - CEC - soils
Issue Date: 2025
Publisher: Universidade Federal de Campina Grande
Citation: FRANCISCO, Paulo Roberto Megna; SANTOS, Djail; OLIVEIRA, Flávio Pereira de; RIBEIRO, George do Nascimento; SILVA, Viviane Farias; RODRIGUES, Raimundo Calixto Martins; AYRES, Gypson Dutra Junqueira. Condutividade hidráulica, salinidade, CTC e fertilidade dos solos do Estado da Paraíba. Campina Grande -PB: EPTEC, 2025. ISBN: 978-65-01-28814-7. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/46160
???metadata.dc.description.resumo???: O território brasileiro é constituído por uma grande diversidade de tipos de solos, condicionados pelas diferentes formas e tipos de clima, material de origem, relevo e vegetação (COELHO et al., 2002). A abrangência das informações sobre a fertilidade dos solos do Brasil é bastante heterogênea e os dados em muitos casos relacionam-se aos levantamentos de solos, que são realizados a partir de perfis de solos (FERREIRA et al., 2008). Entretanto, os levantamentos tradicionais são ainda a principal fonte de informações sobre o solo no Brasil (LIMA et al., 2013). A amostragem do solo normalmente é realizada possibilitando conhecer os teores das bases trocáveis e outros componentes do solo a fim de permitir recomendar adubação e calagem, e também conhecer a condição do solo para armazenar e fornecer nutrientes aos vegetais (SERRAT & OLIVEIRA, 2006). Nos últimos anos, abordagens quantitativas vêm sendo desenvolvidas, objetivando melhorar a precisão e a qualidade do mapeamento do solo e seus atributos (McBRATNEY et al., 2000, 2003; MENDONÇA-SANTOS & SANTOS, 2003; LAGACHERIE et al., 2007). De acordo com Carvalho et al. (2002), cientistas da área de solos se preocupam com o problema de variação espacial e temporal dos solos desde o começo do século. Somente nas décadas de 50 e 60, com o avanço na teoria de estatística espacial, é que começaram a perceber a potencialidade deste instrumento para o manuseio de dados quantitativos, facilitando a compreensão da variabilidade do solo (BURROUGH et al., 1994). De acordo com Mcbratney et al. (2003), a variabilidade espacial e temporal dos nutrientes dos solos pode ser identificada e modelada através de métodos geoestatísticos ou de mapeamento digital de solos. No Brasil, a demanda pelo mapeamento de solos é constante, ressaltando a necessidade de detalhamento nas informações e dados para a produção dos mapas pedológicos, requeridos para o desenvolvimento social e econômico planejado aliado ao uso sustentável dos recursos naturais (LIMA et al., 2013). Pesquisas como a de Prado et al. (2008), onde realizaram o mapeamento da disponibilidade de potássio (K) a partir de dados limitados do perfil do solo para o território brasileiro onde afirmam que, o mapeamento da disponibilidade de K no solo é relevante porque o potássio é o segundo maior nutriente vegetal absorvido pelas principais culturas cultivadas no Brasil, como soja, café, feijão, algodão (BERNARDI et al., 2002). Ainda Prado et al. (2008), quanto aos níveis de cálcio (Ca) e magnésio (Mg), observaram estarem relacionados aos níveis de K, enquanto o alumínio (Al) do solo apresentou-se negativamente correlacionado com o K. Pela capacidade de troca catiônica (CTC), ser uma importante propriedade do solo e considerada como um indicador vital de sua qualidade, Chagas et al. (2015), elaboraram um mapeamento digital da CTC em solos do semiárido brasileiro utilizando a cokrigagem e concluíram que apresenta uma forte dependência espacial na área. Andrade (2010) realizando mapeamento digital da fertilidade do solo do Estado do Rio de Janeiro, utilizando análise espacial, elaboraram mapas indicativos de nutrientes do solo, que podem auxiliar no planejamento adequado e eficaz da aplicação de fertilizantes. Vettorato (2003), realizou o mapeamento da fertilidade do solo utilizando sistema de informação geográfica e observou que os métodos de interpolação foram eficientes; Alves et al. (2011) em mapeamento e interpretação de atributos físico-químicos do solo utilizou análise de componentes principais; Scalon (2020), avaliando a variabilidade espacial da fertilidade do solo utilizando estatística pôde elaborar mapas de recomendação.
Keywords: Condutividade hidráulica - SOLOS DA PARAÍBA
Solos da Paraíba
Paraíba - solos
Salinidade dos solos - Paraíba
Fertilidade dos solos - Paraíba
Pedometria
Saturação de base
Razão de adsorção de sódio
Percentagem de sódio trocável
Capacidade de troca catiônica - CTC - solos
Hydraulic conductivity - Soils of Paraíba
Soils of Paraíba
Paraíba - soils
Soil salinity - Paraíba
Soil fertility - Paraíba
Pedometry
Base saturation
Sodium adsorption ratio
Percentage of exchangeable sodium
Cation exchange capacity - CEC - soils
???metadata.dc.subject.cnpq???: Ciências Agrárias.
URI: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/46160
ISBN: 978-65-01-28814-7
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