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dc.creator.IDPAZ, P. A. C.pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9562884891241654pt_BR
dc.contributor.advisor1VIERA, Vanessa Bordin.-
dc.contributor.advisor1IDVIERA, VANESSA BORDIN.pt_BR
dc.contributor.advisor1IDVIERA, V.pt_BR
dc.contributor.advisor1IDBORDIN VIEIRA, VANESSA.pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1741144767373797pt_BR
dc.contributor.advisor-co1SANTOS, Giovanna Antônia Bizerra dos.-
dc.contributor.advisor-co1IDSANTOS, G. A. B.pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8749168121058442pt_BR
dc.contributor.referee1DONATO, Nilcimelly Rodrigues.-
dc.contributor.referee1IDRODRIGUES DONATO, NILCIMELLY.pt_BR
dc.contributor.referee1IDDONATO, NILCIMELLY RODRIGUES.pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9068412705489870pt_BR
dc.description.resumoA aroeira Schinus terebinthifolius Raddi ou simplesmente aroeira pimenteira se destaca por apresentar um grande potencial para exploração e uso comercial. Juntamente com o pão de queijo, produto tradicional brasileiro, que possui grande aceitação e está presente no cotidiano dos brasileiros. Nesse contexto, este trabalho teve como objetivo elaborar pão de queijo com adição de farinha da folha de aroeira em diferentes concentrações, bem como avaliar suas características sensoriais. Para a produção da farinha, as folhas da aroeira foram submetidas à secagem em estufa com circulação forçada de ar. Foram desenvolvidas três formulações de pão de queijo, sendo elas: PP (pão de queijo padrão, sem adição da farinha da folha de aroeira), P5% (pão de queijo com adição de 5% da farinha da folha de aroeira) e P10% (pão de queijo com adição de 10% da farinha da folha de aroeira). Após a elaboração dos pães de queijo foi realizada análise sensorial utilizando teste afetivo com escala hedônica estruturada de nove pontos. Participaram da análise sensorial, 60 provadores semi treinados que avaliaram os pães de queijo quanto à aparência, cor, aroma, sabor, textura e aceitação global. A análise sensorial demonstrou que a adição da farinha da folha de aroeira influenciou significativamente a aceitação dos pães de queijo. A formulação controle apresentou as maiores médias para todos os atributos avaliados (aroma, aparência, cor, sabor, textura, avaliação global e intenção de compra). Entre as formulações enriquecidas, a adição de 5% de farinha da folha de aroeira apresentou melhor desempenho sensorial, com médias de 7,0 para aroma, sabor, textura e avaliação global, além de 4,0 para intenção de compra, indicando boa aceitação pelos consumidores. Em contrapartida, a formulação contendo 10% de farinha apresentou redução significativa nos atributos sensoriais, especcialmente sabor (5,0), avaliação global (5,0) e intenção de compra (2,5), evidenciando que concentrações mais elevadas da farinha comprometem a aceitabilidade do produto. Conclui-se que a incorporação de 5% de farinha da folha de aroeira em pães de queijo promoveu boa aceitação sensorial e intenção de compra, demonstrando potencial para aplicação na indústria alimentícia como ingrediente. Entretanto, concentrações mais elevadas comprometeram a aceitabilidade do produto, indicando que a utilização da farinha deve ser realizada em níveis moderados para preservar suas características sensoriais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Educação e Saúde - CESpt_BR
dc.publisher.initialsUFCGpt_BR
dc.subject.cnpqNutriçãopt_BR
dc.titleElaboração e análise sensorial de pão de queijo adicionado de farinha da folha da aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) .pt_BR
dc.date.issued2026-08-03-
dc.description.abstractSchinus terebinthifolius Raddi (Brazilian pepper tree) stands out for its significant potential for commercial exploitation and use. Together with Brazilian cheese bread, a traditional Brazilian food widely accepted and deeply rooted in the daily lives of Brazilians. In this context, this study aimed to develop cheese bread formulations with the addition of Schinus terebinthifolius Raddi leaf flour at different concentrations and to evaluate their sensory characteristics. To produce the flour, the leaves were dried in a forced-air circulation oven. Three cheese bread formulations were developed: PP (standard cheese bread without leaf flour), P5% (cheese bread containing 5% leaf flour), and P10% (cheese bread containing 10% leaf flour). After preparation, a sensory analysis was conducted using an affective test with a structured nine-point hedonic scale. Sixty semi-trained panelists participated in the analysis, evaluating the cheese bread for appearance, color, aroma, flavor, texture, and overall acceptance. The sensory analysis demonstrated that the addition of Schinus terebinthifolius Raddi leaf flour significantly influenced the acceptability of the cheese bread formulations. The sensory analysis demonstrated that the addition of the leaf flour significantly influenced the acceptance of cheese bread. The control formulation achieved the highest mean scores for all evaluated attributes (appearance, color, aroma, flavor, texture, overall acceptance and purchase intention). Among the enriched formulations, the addition of 5% leaf flour resulted in the best sensory performance, with mean scores of 7.0 for aroma, flavor, texture, and overall acceptance, and 4.0 for purchase intention, indicating good consumer acceptance. In contrast, the formulation containing 10% flour showed a significant reduction in sensory attributes, specifically flavor (5.0), overall acceptance (5.0) and purchase intention (2.5), demonstrating that higher flour concentrations compromise product acceptability. It is concluded that the incorporation of 5% Schinus terebinthifolius Raddi leaf flour into cheese bread resulted in good sensory acceptance and purchase intention, demonstrating its potential for application as an ingredient in the food industry. However, higher concentrations compromised product acceptability, indicating that the flour should be used at moderate levels to preserve sensory.pt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/47971-
dc.date.accessioned2026-08-24T17:14:45Z-
dc.date.available2026-08-24-
dc.date.available2026-08-24T17:14:45Z-
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.subjectTecnologia de alimentospt_BR
dc.subjectProdutos de panificaçãopt_BR
dc.subjectPlanta alimentícia não convencionalpt_BR
dc.subjectAroeira (Schinus terebinthifolius Raddi)pt_BR
dc.subjectFood technologypt_BR
dc.subjectBakery productspt_BR
dc.subjectUnconventional food plantpt_BR
dc.subjectBrazilian pepper tree (Schinus terebinthifolius Raddi)pt_BR
dc.subjectProductos de panaderíapt_BR
dc.subjectPlanta alimenticia no convencionalpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.creatorPAZ, Pablo Antonio Camara da.-
dc.publisherUniversidade Federal de Campina Grandept_BR
dc.languageporpt_BR
dc.title.alternativePreparation and sensory analysis of cheese bread enriched with Brazilian pepper tree (Schinus terebinthifolius Raddi) leaf flour.pt_BR
dc.title.alternativeElaboración y análisis sensorial de pan de queso con adición de harina de hoja de aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi).pt_BR
dc.identifier.citationPAZ, Pablo Antonio Camara da. Elaboração e análise sensorial de pão de queijo adicionado de farinha da folha da aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi). 2026. 31 fl. (Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia), Curso de Bacharelado em Nutrição, Centro de Educação e Saúde, Universidade Federal de Campina Grande, Cuité – Paraíba – Brasil, 2026. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/47971pt_BR
dc.description.resumenLa Schinus terebinthifolius Raddi, conocida comúnmente como aroeira o falso pimentero, destaca por su gran potencial para la explotación y el uso comercial. Por otro lado, el pão de queijo (pan de queso) es un producto tradicional brasileño que goza de gran aceptación y forma parte de la vida cotidiana de los brasileños. En este contexto, el objetivo de este trabajo fue elaborar pão de queijo con la adición de harina de hoja de aroeira en diferentes concentraciones, así como evaluar sus características sensoriales. Para la obtención de la harina, las hojas de aroeira se sometieron a un proceso de secado en estufa con circulación de aire forzada. Se desarrollaron tres formulaciones: PP (pan de queso estándar, sin adición de harina de hoja de aroeira), P5% (pan de queso con un 5 % de harina de hoja de aroeira) y P10% (pan de queso con un 10 % de harina de hoja de aroeira). Tras la elaboración de los panes de queso, se realizó un análisis sensorial mediante una prueba afectiva con una escala hedónica estructurada de nueve puntos. En el análisis participaron 60 evaluadores semientrenados, quienes valoraron los panes de queso en cuanto a apariencia, color, aroma, sabor, textura y aceptación global. Los resultados demostraron que la adición de harina de hoja de *aroeira* influyó significativamente en la aceptación de los panes de queso. La formulación de control obtuvo las medias más altas en todos los atributos evaluados (aroma, apariencia, color, sabor, textura, evaluación global e intención de compra). Entre las formulaciones enriquecidas, la que contenía un 5 % de harina de hoja de *aroeira* mostró el mejor desempeño sensorial, con medias de 7,0 en aroma, sabor, textura y evaluación global, y de 4,0 en intención de compra, lo que indica una buena aceptación por parte de los consumidores. Por otro lado, la formulación con un 10 % de harina presentó una reducción significativa en los atributos sensoriales, especialmente en el sabor (5,0), la evaluación global (5,0) y la intención de compra (2,5), lo que evidencia que concentraciones más elevadas de la harina comprometen la aceptabilidad del producto. Se concluye que la incorporación de un 5 % de harina de hoja de *aroeira* en panes de queso generó una buena aceptación sensorial e intención de compra, demostrando su potencial de aplicación en la industria alimentaria como ingrediente. Sin embargo, concentraciones más elevadas afectaron negativamente la aceptabilidad del producto, lo que indica que la harina debe utilizarse en niveles moderados para preservar sus características sensoriales.pt_BR
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